terça-feira, 27 de novembro de 2012

Testemunho de uma Filha de Maria no Dia de Nossa Senhora das Graças



Nossa Senhora das Graças
Em 1830, no dia 27 de novembro, Catarina de Labouré, noviça da congregação das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo em Paris, presenciou uma aparição de Nossa Senhora.  A Virgem de Nazaré apareceu-lhe sobre um globo e seus pés esmagavam uma serpente.  De suas mãos saiam raios de luz, que disse ser as graças que Maria alcançava para os homens.

Após a Virgem proferir essas palavras, a frase “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós” apareceu ao redor da imagem, formando um quadro.  A imagem virou, então, e em seu verso apareceu um a letra “M”, com uma cruz e os corações de Jesus e de Maria.  A Virgem pediu, então, que fosse cunhada uma medalha com o modelo da aparição (frente e verso) e que todas as pessoas que a usassem receberiam graças especiais.
Medalha Milagrosa
Esta medalha passou a ser conhecida como Medalha Milagrosa e a devoção a Nossa Senhora das Graças estendeu-se ao mundo inteiro, persistindo até aos nossos dias.

TESTEMUNHO:  No dia 16 de agosto de 1974, às 14 horas, na residência do casal Velúzia do Nascimento(prima) e Amaro, no bairro das Rocas, em Natal, apareceu-me Nossa Senhora das Graças, exatamente como descreve santa Catarina Labouré.    

Na ocasião, eu era pensionista do Patronato da Medalha Milagrosa, que fica localizado na Praça Metropolitana.  Estudava no Winston Churchill e era secretária executiva da FENAT, aos 18 anos de idade.  Sou legionária, consagrada a Virgem Maria, com votos de obediência, castidade e pobreza, através do Movimento Sacerdotal Mariano e Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus, pelo método São Luiz Maria de Montfort.    Salve Maria!    Por Dione Maria do Nascimento - Filha de Maria